Métier · Consultoria
Curadoria, precificação e treinamento de equipe para restaurantes, wine bars e hotelaria. A carta deixa de ser uma lista de rótulos e passa a trabalhar a favor da casa.
Na maioria das casas, a carta continua sendo o que sempre foi: longa demais, mal organizada, com rótulos que não giram e uma lógica de preço que ninguém revisitou.
A carta não vive sozinha — ela conversa com a cozinha, com a margem e com quem serve no salão. A Métier trabalha os três ao mesmo tempo.
Rótulo parado é capital parado na prateleira.
Markup com método, não herdado de quem veio antes.
A carta precisa contar a mesma história da cozinha.
Quem não entende a carta não consegue vendê-la.
"Uma carta bem feita conta a história que a casa quer contar, sustenta a operação e educa quem chega à mesa."
Leandro Lima, no salão.
Leandro Lima é o criador e curador da Métier. Com mais de 15 anos em cozinha e gestão de restaurantes no Brasil, Itália e Espanha, conhece a operação por dentro — trabalhou em casas como o Cibrèo em Florença e o Grupo Murri em Alicante. Sabe o que é fechar o mês e o que uma carta mal resolvida faz com a margem.
Especialista em vinhos com WSET Diploma Level 4 — uma das certificações mais reconhecidas do mundo, obtida em Londres e Bordeaux — Leandro une formação teórica de alto nível à experiência prática de quem viveu o vinho de dentro para fora: como cozinheiro, como sommelier, como educador e como consultor. É esse cruzamento que dá à Métier uma perspectiva que poucos no mercado conseguem oferecer.
"O vinho é ofício antes de ser produto — e uma carta bem feita conta a história que a casa quer contar."
A consultoria é conduzida diretamente por Leandro Lima. A Métier não vende vinho e não recebe comissão de fornecedor — a seleção parte da sua operação, não de um estoque que alguém precisa girar.
Do diagnóstico ao acompanhamento. Cada fase pode ser contratada isoladamente ou em conjunto, conforme o momento da casa.
Análise técnica e comercial da seleção que já existe: estrutura, equilíbrio, coerência com a cozinha, posicionamento de preços e gargalos. Sai daqui um relatório com os pontos críticos e a ordem de prioridade dos ajustes.
Desenvolvimento ou reformulação da seleção. Definição do perfil da carta, segmentação por estilo ou região, racionalização do portfólio, indicação de rótulos estratégicos e escolha de fornecedores.
A lógica comercial da carta: revisão de markup, definição de faixas, equilíbrio entre margem e giro, e a escada de valor entre os vinhos de entrada, de meio e de prestígio.
Formação aplicada para salão e gestão: fundamentos, leitura da carta, técnicas de venda, harmonização prática e linguagem adequada ao público da casa. Abordagem consultiva, sem elitização.
Direção contínua depois que a carta entra em operação: revisões periódicas, ajustes sazonais, análise de desempenho, atualização de fornecedores e apoio em eventos.
O escopo certo para cada operação — do ajuste pontual à direção contínua.
Entrega clara, com foco em ajuste.
Diagnóstico, revisão da carta e direcionamento estratégico. A casa recebe a carta reestruturada e segue com ela.
Ideal para: abertura de operação, reformulação de conceito ou atualização pontual da carta.
A carta nova entra com a equipe preparada.
Tudo do modelo anterior, mais a implantação operacional e o treinamento de salão e gestão — porque carta boa com equipe insegura não vende.
Ideal para: operações que querem implementar a nova carta com equipe pronta para vender.
Para quem trata a carta como ativo vivo.
Direção contínua da estratégia de vinho da casa. Safra troca, fornecedor muda, cardápio evolui — a carta acompanha.
Ideal para: casas que querem direção estratégica contínua, não uma entrega única.
O que quase todo dono de casa quer saber antes da primeira conversa.
Montamos. A Métier não vende vinho e não recebe comissão de fornecedor. A seleção parte da sua operação, da sua cozinha e da sua margem — não de um estoque que alguém precisa girar.
Indicamos fornecedores e importadoras, mas a negociação é sua e o relacionamento também.
Faz. Carta enxuta bem construída costuma render mais que carta longa mal resolvida — e é na casa pequena que cada rótulo parado pesa mais no caixa.
O escopo se ajusta ao tamanho da operação. Um bistrô de vinte rótulos e um hotel de duzentos não dão o mesmo trabalho, nem custam o mesmo.
Quase nunca. O diagnóstico começa pelo que já existe: o que gira, o que trava, o que está mal precificado. Boa parte do ganho vem de reorganizar e reprecificar, não de substituir.
Onde há troca, ela é gradual e planejada junto com o seu estoque atual.
Depende do tamanho da carta e do ritmo da casa. O diagnóstico costuma ser rápido; a reestruturação e o treinamento acontecem em fases, para não parar a operação.
O cronograma é definido por escrito antes de começar, com as cinco fases distribuídas no calendário que fizer sentido para você.
Depende do modelo contratado. Ele é uma fase do escopo e está incluso a partir do Modelo 02.
Vale considerar: vinho é o item do salão que mais depende de quem serve. Carta nova sem equipe preparada costuma render menos do que poderia.
Depois da conversa inicial, e a partir do escopo real: tamanho da carta, número de unidades, fases contratadas e necessidade de presença física.
Não há tabela fixa. Escopo, formato e valor são definidos por escrito antes de qualquer contratação, e nada é cobrado na etapa de conversa.
Toda carta envelhece: safra troca, fornecedor muda, cardápio evolui. Por isso existe o acompanhamento recorrente, com revisões periódicas e apoio nas decisões de compra.
Mas não é obrigatório. Há casas que seguem sozinhas depois da reestruturação — e essa também é uma entrega legítima.
O preenchimento do formulário abrirá uma conversa direta com a Métier via WhatsApp para alinharmos próximos passos, datas e contratação.
Os dados serão enviados diretamente para o WhatsApp (11) 91291-8667.